Se você ainda não colocou os pés no Pará, prepare os sentidos. Aqui, a floresta encontra rios imensos, as cidades carregam memória e a cozinha traduz a biodiversidade amazônica.
No Pará, o principal luxo é viver experiências autênticas: sentir os aromas dos mercados, ouvir o carimbó, conversar com quem vive a região e provar sabores que não existem em nenhum outro lugar.
Belém • Pará01
Porta de entrada
Belém: a metrópole da floresta
A cidade mistura a arquitetura do Ciclo da Borracha com o ritmo pulsante da Amazônia urbana. É uma porta de entrada cheia de história, sabores e encontros.
Mercado do Ver-o-Peso
Um dos maiores mercados a céu aberto do mundo. Ervas, frutas, peixes e histórias revelam a alma paraense.
Estação das Docas
Armazéns portuários, gastronomia local, sorvetes de frutas amazônicas e um pôr do sol especial sobre a Baía do Guajará.
Mangal das Garças
Um refúgio verde à margem do Rio Guamá, com jardins, aves, borboletário e vista panorâmica da cidade.
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Campos e águas
Ilha de Marajó: onde os búfalos ditam o ritmo
A travessia a partir de Belém leva a um território de campos, mangues, fazendas, cultura marajoara e praias de água doce que parecem mar.
Cultura dos búfalos
Marajó reúne a maior população de búfalos do Brasil. Eles fazem parte da economia, da culinária e do cotidiano da ilha.
Soure e Salvaterra
Os principais polos turísticos são pontos de partida para praias, fazendas e experiências ligadas à cultura local.
Sabores e arte
Prove o queijo do Marajó, produzido com leite de búfala, e conheça a cerâmica inspirada nos grafismos ancestrais marajoaras.
Alter do Chão • Santarém03
Tapajós
Alter do Chão: praias no coração da Amazônia
No município de Santarém, bancos de areia clara e águas esverdeadas do Rio Tapajós formam uma das paisagens mais marcantes do Pará.
Ilha do Amor
O famoso banco de areia fica em frente à vila e, quando está formado, pode ser alcançado em uma travessia rápida de canoa.
Floresta Encantada
No período de cheia, passeios de barco percorrem a mata alagada da região do Lago Verde.
Ponta do Cururu
Um cenário especial para assistir ao pôr do sol e, com sorte, observar botos durante o passeio.
Antes de embarcar
Dicas práticas para sua viagem
Melhor época
Belém pode ser visitada o ano inteiro, com chuvas mais frequentes entre janeiro e junho. Em Alter do Chão, as faixas de areia costumam aparecer entre agosto e dezembro, conforme o nível do rio. No Marajó, julho a dezembro tende a ser mais seco.
O que levar
Roupas leves, repelente, protetor solar, garrafa de água, calçado confortável e uma bolsa impermeável para passeios de barco.
Hospitalidade
Converse com quem vive a região. O paraense gosta de contar histórias, indicar sabores e ajudar o visitante a descobrir lugares especiais.
Antes de sair
Confira horários, condições de travessia, nível dos rios e previsão do tempo próximo à data de cada passeio.
Sua próxima história
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O Pará não é apenas um destino de férias. É um encontro com outra forma de enxergar a natureza, a cultura e o Brasil.
